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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Resultado da 1ª fase do Desafio National Geographic Brasil 2012

1º Érika de Fátima Machado Soares PONTUAÇÃO 22 2º Débora Maria Azevedo Silva PONTUAÇÃO 21 2º Arthur Gadeia Brito Domingos PONTUAÇÃO 21 3º Karla Karoline de Araújo Vilela Borges PONTUAÇÃO 20 4º Joana Carolina Cardoso de Melo PONTUAÇÃO 19 4º Gerôncio Genuíno da Cunha Neto PONTUAÇÃO 19 4º Daniella Oliveira Silva Santos PONTUAÇÃO 19 4º Naryesllan Carvalho Aquino PONTUAÇÃO 19 5º João Manoel Clemente PONTUAÇÃO 18 5º Renatha Soares Feitosa Farias PONTUAÇÃO 18 5º Bruna Silva Gama PONTUAÇÃO 18 5º Nickson Jayres Félix Cavalcante PONTUAÇÃO 18 5º Samuel Fernando Oliveira Cabral PONTUAÇÃO 18

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Relação dos aprovados sairá na próxima segunda-feira

O resultado oficial dos aprovados do Colégio Cenecista Santana sairá na próxima segunda-feira! Confiram o gabarito! Parabéns aos aprovados! http://www.viagemdoconhecimento.com.br/noticias/sobre-o-projeto/confira-o-gabarito-da-primeira-prova-do-desafio-national-geographic-2012.php Digite aqui o resto do post

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Gabarito 9º ano

1 - b) as relações que se estabelecem entre as coletividades humanas e o meio natural. 2 - a) o sítio urbano do município; 3 - c) metrópoles nacionais. 6 - c) I, II e III estão corretas. 7 - E) Conurbação. 8 - E) o nível de urbanização no mundo, a partir do processo de globalização da economia, tem decaído nos últimos anos, o que evidencia claramente um crescimento substancial do Setor Primário, sobretudo, nos países europeus. 9 - V;V;F;F;V Digite aqui o resto do post

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Gabarito 8º ano

1 - e) liberação de mão-de-obra pela mecanização. 2 - d) é mais intenso nos países subdesenvolvidos, tendo como causa o êxodo rural; 3 - b) 1, 3 e 4. 5 - b) crescimento acelerado, particularmente após a 2º guerra mundial, e forma concentrada em uma rede urbana marcada pela presença de grandes cidades. 6 - c) uma metrópole nacional, a exemplo de S. Paulo, concentra as sedes das grandes empresas e, tendo como suporte a rede urbana, exerce a gestão do território. 7 - e) II e IV. 8 - D) 1 e 3 apenas Digite aqui o resto do post

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um clássico contemporâneo

Maria ia para o trabalho quando foi assaltada. Em seguida, o ladrão foi rendido pela polícia. Mas o policial era seu amigo. Maria foi à delegacia fazer um B.O, e levou o caso ao tribunal. Quando viu os acusados, foi em direção a eles de braços abertos, pois eram seus amigos. Geneildo do Nascimento de Menezes Itacuruba-PE

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Geografia da riqueza, fome e meio ambiente: pequena contribuição crítica ao atual modelo agrário/agrícola de uso do recursos naturais

Do site Controvérsia O texto discute a questão geopolítica implicada no debate sobre a fome e o meio ambiente. Critica o atual modelo agrário/agrícola de uso dos recursos naturais, afirma ser este um modelo de desenvolvimento econômico das regiões temperadas que tem sido imposto com um alto custo ecológico, cultural e político para o mundo todo. Por Carlos Walter Porto Gonçalves Este modelo tem se colocado em confronto com o conhecimento patrimonial, coletivo e comunitário característico de populações com racionalidades distintas da racionalidade atomísticoindividualista ocidental com graves riscos à segurança alimentar. Analisa as conseqüências socioambientais do atual modelo agrário/agrícola e os resultados contraditórios do aumento da capacidade mundial de produção de alimentos e o aumento da fome no mundo. Os significados da Revolução Verde a partir dos anos 70; Os impactos socioambientais do agronegócio nos cerrados brasileiros; A complexidade do uso dos produtos transgênicos. Critica a sustentabilidade ecológica restrita, baseada num realismo político e propõe uma reflexão sobre uma nova racionalidade para o desafio ambiental. Conclui que a fome não é um problema técnico, pois esta não se deve à falta de alimentos mas ao modo como os alimentos são produzidos e distribuidos. A fome convive hoje com as condições materiais para resolvê-la.

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Contradições do capitalismo atual

Uma das dificuldades na discussão sobre o desenvolvimento econômico e social brasileiro, tendo por base uma indústria de cadeias produtivas adensadas, consiste em entender as contradições do capitalismo atual. Alguns supõem que o bloqueio à industrialização teria se acentuado. As economias nacionais teriam perdido força e os mercados teriam deixado de ser nacionais, passando a ser globais, e crescentemente liberalizados. Com a fragmentação ou segmentação das cadeias produtivas, o padrão de concorrência teria mudado radicalmente. O núcleo tecnológico da produção teria permanecido nas empresas e países centrais, enquanto os sistemas produtivos menos relevantes teriam sido transferidos para os países periféricos. Nos países centrais, os investimentos teriam seguido padrão peculiar, com a concentração dos mercados e a monopolização das técnicas, através de alianças estratégicas, fusões e aquisições. Na periferia, os investimentos diretos estrangeiros teriam buscado menores custos, principalmente do trabalho. No México e em vários países asiáticos, incluindo a China no inicio de sua industrialização, isso teria originado indústrias montadoras, ou maquiladoras. O êxito da industrialização só teria ocorrido porque algumas dessas economias – em particular a chinesa – tiveram a capacidade de adensar suas cadeias produtivas. Exceção que desmente a suposição de que as economias nacionais teriam perdido força. E coloca a todos diante da necessidade de sair da economia e entrar na economia política, para explicar porque algumas economias, em particular a chinesa, tiveram tal êxito, aproveitando-se da fragmentação e segmentação das indústrias dos países capitalistas avançados. Como já previa o velho Marx, o alto desenvolvimento das forças produtivas tendia a acentuar a queda da taxa média de lucro, ou das margens de rentabilidade, obrigando o capitalismo a tentar aplainar o mundo, através da disseminação de seu modo de produção. Isto é, globalizando-se, para aproveitar a força de trabalho barata dos países ainda agrários, e arrancar uma mais-valia que compensasse aquela queda, ao mesmo tempo em que, contraditoriamente, promovia sua desindustrialização relativa. A situação para o capitalismo central se complicou porque em alguns países a globalização não foi enxergada apenas como ameaça, mas também como oportunidade para uma industrialização que combinasse abertura e desenvolvimento soberano. A maior parte dos países que adensaram suas cadeias produtivas, o fizeram aplicando políticas de recepção de investimentos estrangeiros diretos em que era aceita a instalação inicial de maquiladoras, mas também era exigido que elas fossem acompanhadas de transferência de tecnologias. No caso da China, além dessas exigências, ela impôs às empresas estrangeiras investidoras outros três itens: ficarem inicialmente restritas a cinco zonas econômicas especiais e a 14 portos abertos, estabelecerem joint ventures com empresas estatais chinesas, e destinarem toda a sua produção para o mercado externo. Em outras palavras, garantiu que suas estatais se modernizassem e transferissem as novas tecnologias para o interior do país, evitou a concorrência estrangeira no mercado doméstico por algum tempo, e entrou no mercado internacional na garupa das multinacionais estrangeiras. Ou, dizendo de outro modo, assimilou a liberalização, usando-a como instrumento de competição contra as próprias empresas e países centrais. A partir de meados dos anos 1990, quando a China ampliou a abertura de seu mercado interno para as empresas estrangeiras, suas empresas nacionais, inclusive as novas empresas privadas, já tinham musculatura tecnológica suficiente para concorrer com as multinacionais estrangeiras, tanto no mercado doméstico, como no mercado internacional. Tudo isso explica, em parte, porque a economia da China teve mais sucesso do que a dos demais países que adotaram políticas soberanas diante da globalização. Em países em que a globalização não foi tomada como ameaça, como nos casos extremos da Argentina e da Grécia e, em menor escala, do Brasil e diversos outros países da América Latina, África e Europa, o ponto central a destacar não reside em que a maior parcela da indústria permaneceu estagnada e desatualizou-se tecnologicamente, justamente no momento em que teve início a nova revolução tecnológica. Embora isso tenha ocorrido, o ponto nodal consiste em que grande parte da indústria privada adquirida por empresas estrangeiras foi desativada, para não concorrer com seus segmentos em outros países de maior lucratividade, muitas das estatais foram privatizadas e subordinadas a interesses externos, e os principais ramos industriais tornaram-se oligopólios. Essa situação foi evidente no Brasil do período neoliberal, em que a abertura comercial e a apreciação da moeda nacional funcionaram como máscaras para o desmonte e desnacionalização da parte nacional do parque produtivo do país e, num segundo momento, para a ação da concorrência externa intensificar aquilo que hoje se proclama como especialização regressiva, perda dos setores mais avançados tecnologicamente, esgarçamento das cadeias produtivas, e desindustrialização, levando a uma crise econômica, social e política sistêmica, da qual ainda não saímos. Diante dessa herança neoliberal, com dados inequívocos de especialização regressiva e desindustrialização, e de perda de segmentos tecnologicamente avançados, a questão chave que se coloca é retomar a industrialização através de reformas mais profundas na estrutura econômica, inclusive aproveitando algumas das experiências dos países que enfrentaram as ameaças e contradições da globalização, mas tiveram a capacidade de adensar suas cadeias produtivas. O atual desdobramento da crise capitalista apresenta novas ameaças, mas também oportunidades para os países atrasados avançarem industrialmente, inclusive como forma de proteção ante as crises cíclicas do capital, que existem, apesar das negaças. O capitalismo das forças produtivas mais desenvolvidas ainda tem a possibilidade de sobreviver, reduzindo a tendência de queda das taxas médias de lucro, porque pode investir em países mais atrasados. Depende destes fazer com que o capital aceite a imposição de transferir altas tecnologias e associar-se a empresas estatais e privadas nacionais, criando novos competidores. Tudo isso embute perigos dos mais diversos tipos. Mas,quem vive livre deles?

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

1ª SEmana da CAatinga do IFSertão-PE, campus Floresta, é marcada por apresentação de trabalhos, visitas técnicas e palestra

Instituído em 20 de agosto de 2003, por um decreto presidencial, o dia 28 de abril, foi escolhido como o “dia da caatinga”. Com área superior a 840 mil quilômetros quadrados, equivalente a 11% do território do País, a caatinga é o 3º ecossistema brasileiro mais degradado, ficando atrás apenas da mata atlântica e do cerrado e abriga cerca de 27 milhões de brasileiros. Por estar localizado na mesorregião do sertão do Estado de Pernambuco, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), campus Floresta, traz a tona essa discussão mostrando a todos como a participação e a construção da consciência ambiental são de suma importância para que possamos constituir uma prática ambiental sustentável. Durante a o transcorrer da semana foi realizado visitas técnicas em áreas de desertificação e o dia de hoje será marcado por apresentação de trabalhos, exposição de maquetes e apresentações culturais nos turnos da manhã e tarde. Logo mais às 19h teremos o encerramento com mesa redonda com os professores (Geógrafos) Clóvis Albérico Ramos e Arthur Breno Stürmer do IF Alagoas. As relações estabelecidas com a inserção do homem no meio ambiente vinculado a um processo ininterrupto de expansão pelos métodos capitalistas irão permear um levante em torno dos impactos ambientais provocados a partir de uma dinâmica seletiva e contínua do processo de devastação ambiental em curso. Pode-se definir por impacto ambiental como “qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas, causado por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem estar da população. (SPADOTTO, 2002). Tendo em vista a importância do tema para a garantia da qualidade de vida e disponibilidade hídrica na mesorregião do sertão pernambucano, que a problemática que envolve o bioma caatinga foi trazida à tona para uma discussão sobre os impactos causados pelo ponto de vista errôneo de exploração. Os mecanismos de avaliação de impactos no meio natural são meios imprescindíveis para o monitoramento a partir de informações que definem o nível, por exemplo, de compactação do solo e o mapeamento de áreas desertificadas. Spadotto caracteriza os métodos avaliativos como “instrumentos utilizados para coletar, analisar, avaliar, comparar e organizar informações qualitativas e quantitativas sobre os impactos ambientais originados de uma determinada atividade modificadora do meio ambiente” (SPADOTTO, 2002, p. 2) O foco inicial é das atividades da semana da Caatinga identificar os processos intempéricos provocados por meio da ação antrópica e contribuir para recuperação de áreas degradadas através da recuperação e conservação do solo e consequentemente a reconstituição da cobertura vegetal utilizando a prática mecânica do terraceamento e construção de barragens de contenção de sedimentos a fim de minimizar os impactos decorrentes do mau uso do solo no assoreamento da sub-bacia do rio Pajeú no município de Floresta, Pernambuco. Portanto, à medida que se programe políticas públicas que possibilitem uma interação entre o homem e o meio possibilitando a manutenção do campesinato no campo, com a prerrogativa do manejo sustentável, abrirá um leque de oportunidades na vida do sertanejo com qualidade de vida e acessibilidade, continuidade sociocultural e a segurança alimentar. Moreira vem afirmar que a avaliação de impactos ambientais é um instrumento de política ambiental, formado por um conjunto de procedimentos, capaz de assegurar, desde o início do processo, que se faça um exame sistemático dos impactos ambientais de uma ação proposta e de suas alternativas. (MOREIRA, 1985, p.34) A análise posta visa priorizar o equilíbrio dos ecossistemas a partir de metas e ações estabelecidas garantindo assim a acesso aos recursos naturais sem previamente condicioná-lo em seu transcurso áreas devastadas. Neste contexto afirma-se veementemente a necessidade e incondicionalidade de termos um termo de referência baseada na avaliação estrutural e com base científica onde se possa ter um embasamento sobre as reações adversas ao interferir no rompimento do ciclo natural que envolve cada ecossistema. Sabemos que o aumento de áreas impactadas, no campo, não reduziria pela simples perca da população rural. Oposto a isso, vemos o aumento dessas regiões visivelmente agredidas onde a baixa densidade demográfica é mais explicita, conforme “grandes projetos agropecuários” (Paviani, 1989). É importante ponderar alguns pontos fundamentais nessa discussão. Atrelar a problemática produtiva a essa vertente. Outra como se remodela essa atual produção frente aos desafios sobre o processo de urbanização. A consistência desse debate ira propor uma ordem sustentável em que a urbanização, a distribuição populacional, o crescimento econômico e o planejamento serão focos de uma crescente corrente em torno de uma proposta de equilíbrio dentre os diversos fatores expostos.

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Casal comemora Semana da Água com ações na capital e no interior


Atividades são desenvolvidas para conscientizar a população

A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) está desenvolvendo ações na capital e no interiro para comemorar a Semana da Água. Nesta quinta-feira (22) – Dia Mundial da Água -, a empresa realiza trabalho de conscientização nas Unidades de Negócio de Maceió (Jaraguá, Farol e Benedito Bentes) e nas Unidades do interior (Leste, Agreste, Sertão, Bacia Leiteira e Serrana).
Uma equipe da UN Jaraguá montou uma tenda no calçadão do Comércio, Centro de Maceió, onde distribui materiais educativos (revistas, folders, folhetos e copos de água envasada da Companhia). Idêntica atividade é realizada pela UN Farol, no shopping Farol, em frente ao JÁ (Central de Atendimento ao Cidadão).
Já a UN Benedito Bentes realiza palestras sobre como evitar o desperdício de água, uso do lençol freático e a preservação dos mananciais. Segundo a gerente em exercício da unidade, Valquíria Oliveira, essa conscientização acontece periodicamente com os líderes das comunidades.



As Unidades de Negócio Agreste, Serrana, Sertão, Leste e Bacia Leiteira também desenvolvem ações voltadas para a preservação do meio ambiente.

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Casal lança campanha interna em defesa do meio ambiente


Lançamento ocorre na Base Descentralizada do IMA, na Apa de Santa Rita

A Casal lançou, na manhã desta quinta-feira (16), a campanha “Consciência sua, atitude nossa”, que tem o objetivo conscientizar o público interno (funcionários) para os cuidados com o meio ambiente. A campanha é coordenada pela Assessoria de Marketing e Relações Institucionais (Asmar), contando com a colaboração de diversas unidades da Companhia.

O lançamento ocorreu durante passeio à lagoa Mundaú, numa parceria com o Instituto do Meio Ambiente (IMA). Participaram do evento diretores da Casal, assessores, superintendentes, gerentes de Unidades de Negócio e multiplicadores, bem como representantes do IMA.

Na ocasião, o presidente da Companhia, Álvaro Menezes, disse que “a campanha tem foco na mobilização, conscientização e engajamento de todos (funcionários) no processo de preservação dos nossos mananciais e do ambiente onde vivemos”. Ele agradeceu ao IMA pela oportunidade concedida à Companhia de fazer o lançamento da campanha numa das unidades do órgão, no caso, a Base Descentralizada da Apa de Santa Rita, à margem da lagoa Mundaú.



Por sua vez, o vice-presidente Osmar Lisboa, de Gestão de Serviços de Engenharia, enalteceu a iniciativa, demonstrando sua importância para a Casal. A supervisora de Controle Ambiental, Valeska Cavalcante, também se manifestou na oportunidade, salientando que a campanha partiu da necessidade de envolvimento de mais pessoas com o meio ambiente.

Ao final dos pronunciamentos, a assessora de Marketing e Relações Institucionais, Rejane Mércia, apresentou a campanha e fez a distribuição de kits com material promocional (camiseta, viseira, chaveiro e copo retrátil). Em seguida, o grupo da Casal assistiu a uma exposição de técnicos do IMA sobre o projeto “Navegando com o meio ambiente” e participou de um passeio ecológico pelas ilhas da lagoa Mundaú.

A campanha “Consciência sua, atitude nossa” será disseminada em todas as Unidades de Negócio da Companhia, conforme cronograma abaixo:

CRONOGRAMA DE LANÇAMENTO DE CAMPANHA INTERNA

DATA HORÁRIO LOCAL RESPONSÁVEIS

29/fev – Manhã – UN Sertão – Rejane, Marcela, Elane

Tarde – UN Bacia Leiteira – Rejane, Marcela, Elane

07/mar – Manhã – UN Serrana – Rejane, Marcela, Valeska

Tarde – UN Agreste – Rejane, Marcela, Valeska

12/mar – Manhã – UN Leste, UN Benedito Bentes – Andreiza, Elane, Francisco

14/mar – Tarde – UN Farol, Gemem, Arquivo/Gesmet – Valeska, Fátima, Vivianne

16/mar – Tarde – UN Jaraguá, Geroc/Getin – Josefa, Andreiza, Fátima

19/mar – Manhã – Gesup, Sede – Vivianne, Francisco, Josefa

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Alunos do IF Sertão-PE participaram de aula de campo em Alagoas


A Geografia Física nos condiciona a vivenciarmos paralelamente com a teoria estudos sistemáticos sobre a distribuição dos biomas brasileiros em regiões de grande avanço urbano e degradação ambiental. Neste contexto, Alagoas e mais especificamente Palmeira dos Índios nos proporciona esse olhar crítico sobre os avanços tecnológicos, a expansão de latifúndios, demarcação territorial e a produção do espaço geográfico através da ocupação.
Estes aspectos evidenciaram a necessidade de um conhecimento mais amplo e definido sobre os diversos aspectos físicos, históricos e sociológicos que propiciaram a ocupação desordenada do solo no município de Palmeira dos Índios, agreste de Alagoas. Além da diversidade de fauna e flora pudemos direcionar os estudos em um foco de vital importância que é a estrutura social vivida pela comunidade nativa da etnia Xucuru-Kariri que contextualiza todo um processo histórico e sociológico da região.



Os alunos do primeiro ano do ensino médio integrado, Informática e Agropecuária, do campus Floresta, participaram no mês de Outubro, de uma aula de campo, in loco, na mata da cafurna, região de mata atlântica e área de aldeia indígena da etnia Xucuru-Kariri no município de Palmeira dos Índios. Logo após a visita, os alunos participaram de uma palestra no Campus III da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) com o Professor Adelson Lopes autor do livro intitulado “Mata da Cafurna: ouvir história, contar memória”. Durante toda Vivência terão orientação e acompanhamento dos professores João Luiz, Carlos Pita, Rosângela Brito e Tiago Sandes .
O objetivo deste estudo é proporcionar aulas práticas de conhecimento sobre os aspectos físicos, históricos e sociológicos na transformação da paisagem através da ocupação do solo e na constituição das lutas dos povos brasileiros.
Para o professor de Geografia, Tiago Sandes, as sociedades indígenas e o povo quilombola são retratos da opressão social que assolou o Brasil durante séculos, resultando assim, na perca de suas identidades que representam um legado onde temos a responsabilidade de resgatar. Segundo ele, "um momento de interação e percepção como uma aula de campo interativa, pode possibilitar a construção de uma visão crítica que permeia a responsabilidade tanto para a preservação do meio ambiente quanto às bandeiras de luta empunhada pelo povo brasileiro." afirmou.
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