Do Correio Braziliense
O financiamento do setor da saúde pelos governos continua sendo insuficiente no mundo, onde, a cada ano, 100 milhões de pessoas ficam na pobreza por causa dos gastos médicos, de acordo com o relatório anual da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado ontem. “Nos países onde o financiamento da saúde é assegurado em grande parte pela fatura da atenção médica aos próprios pacientes, os gastos com saúde levam todos os anos 100 milhões de pessoas à pobreza”, diz o documento, apresentado em Berlim.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Financiamento à saúde insuficiente
terça-feira, 16 de novembro de 2010
CUT/AL avisa que 2011 será o ano das paralisações
A população alagoana pode se preparar para enfrentar uma série de atos públicos, mobilizações nas ruas e paralisações do serviço público. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) avisa que a partir de janeiro os servidores estaduais vão retomar as reivindicações para concessão de aumento salarial.
Apesar da promessa feita durante a campanha de que nos próximos quatro anos os maiores beneficiados serão os funcionários públicos, o governador Teotonio Vilela Filho deve se deparar com inúmeras greves já no início do ano que vem.E algumas mobilizações podem até acontecer ainda em 2010. A presidente em exercício da CUT em Alagoas, Lenilda Lima, diz que a entidade discute uma estratégia para pressionar o governo no sentido de resolver as pendências do AL Previdência.
“Estamos dialogando e fazendo o balanço da pauta de reivindicações de todas as categorias. Fazer greve em final de ano não surte efeito, mas a partir do ano que vem vamos para as ruas lutar pelos nossos direitos”, afirmou Lenilda.
A presidente disse que os servidores foram massacrados nos últimos quatro anos e que o mais provável é que a solução para alguns casos seja mesmo as greves. “O cenário não está fácil. Pleiteamos datas-base, cumprimento de leis que o governo nem comenta. O governador mesmo disse que não governa para grupeiros. Com esta declaração ele desqualifica os trabalhadores nas suas legítimas reivindicações”, afirmou.