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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Resultado da 1ª fase do Desafio National Geographic Brasil 2012

1º Érika de Fátima Machado Soares PONTUAÇÃO 22 2º Débora Maria Azevedo Silva PONTUAÇÃO 21 2º Arthur Gadeia Brito Domingos PONTUAÇÃO 21 3º Karla Karoline de Araújo Vilela Borges PONTUAÇÃO 20 4º Joana Carolina Cardoso de Melo PONTUAÇÃO 19 4º Gerôncio Genuíno da Cunha Neto PONTUAÇÃO 19 4º Daniella Oliveira Silva Santos PONTUAÇÃO 19 4º Naryesllan Carvalho Aquino PONTUAÇÃO 19 5º João Manoel Clemente PONTUAÇÃO 18 5º Renatha Soares Feitosa Farias PONTUAÇÃO 18 5º Bruna Silva Gama PONTUAÇÃO 18 5º Nickson Jayres Félix Cavalcante PONTUAÇÃO 18 5º Samuel Fernando Oliveira Cabral PONTUAÇÃO 18

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Relação dos aprovados sairá na próxima segunda-feira

O resultado oficial dos aprovados do Colégio Cenecista Santana sairá na próxima segunda-feira! Confiram o gabarito! Parabéns aos aprovados! http://www.viagemdoconhecimento.com.br/noticias/sobre-o-projeto/confira-o-gabarito-da-primeira-prova-do-desafio-national-geographic-2012.php Digite aqui o resto do post

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Gabarito 9º ano

1 - b) as relações que se estabelecem entre as coletividades humanas e o meio natural. 2 - a) o sítio urbano do município; 3 - c) metrópoles nacionais. 6 - c) I, II e III estão corretas. 7 - E) Conurbação. 8 - E) o nível de urbanização no mundo, a partir do processo de globalização da economia, tem decaído nos últimos anos, o que evidencia claramente um crescimento substancial do Setor Primário, sobretudo, nos países europeus. 9 - V;V;F;F;V Digite aqui o resto do post

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Gabarito 8º ano

1 - e) liberação de mão-de-obra pela mecanização. 2 - d) é mais intenso nos países subdesenvolvidos, tendo como causa o êxodo rural; 3 - b) 1, 3 e 4. 5 - b) crescimento acelerado, particularmente após a 2º guerra mundial, e forma concentrada em uma rede urbana marcada pela presença de grandes cidades. 6 - c) uma metrópole nacional, a exemplo de S. Paulo, concentra as sedes das grandes empresas e, tendo como suporte a rede urbana, exerce a gestão do território. 7 - e) II e IV. 8 - D) 1 e 3 apenas Digite aqui o resto do post

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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Um clássico contemporâneo

Maria ia para o trabalho quando foi assaltada. Em seguida, o ladrão foi rendido pela polícia. Mas o policial era seu amigo. Maria foi à delegacia fazer um B.O, e levou o caso ao tribunal. Quando viu os acusados, foi em direção a eles de braços abertos, pois eram seus amigos. Geneildo do Nascimento de Menezes Itacuruba-PE

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Geografia da riqueza, fome e meio ambiente: pequena contribuição crítica ao atual modelo agrário/agrícola de uso do recursos naturais

Do site Controvérsia O texto discute a questão geopolítica implicada no debate sobre a fome e o meio ambiente. Critica o atual modelo agrário/agrícola de uso dos recursos naturais, afirma ser este um modelo de desenvolvimento econômico das regiões temperadas que tem sido imposto com um alto custo ecológico, cultural e político para o mundo todo. Por Carlos Walter Porto Gonçalves Este modelo tem se colocado em confronto com o conhecimento patrimonial, coletivo e comunitário característico de populações com racionalidades distintas da racionalidade atomísticoindividualista ocidental com graves riscos à segurança alimentar. Analisa as conseqüências socioambientais do atual modelo agrário/agrícola e os resultados contraditórios do aumento da capacidade mundial de produção de alimentos e o aumento da fome no mundo. Os significados da Revolução Verde a partir dos anos 70; Os impactos socioambientais do agronegócio nos cerrados brasileiros; A complexidade do uso dos produtos transgênicos. Critica a sustentabilidade ecológica restrita, baseada num realismo político e propõe uma reflexão sobre uma nova racionalidade para o desafio ambiental. Conclui que a fome não é um problema técnico, pois esta não se deve à falta de alimentos mas ao modo como os alimentos são produzidos e distribuidos. A fome convive hoje com as condições materiais para resolvê-la.

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Contradições do capitalismo atual

Uma das dificuldades na discussão sobre o desenvolvimento econômico e social brasileiro, tendo por base uma indústria de cadeias produtivas adensadas, consiste em entender as contradições do capitalismo atual. Alguns supõem que o bloqueio à industrialização teria se acentuado. As economias nacionais teriam perdido força e os mercados teriam deixado de ser nacionais, passando a ser globais, e crescentemente liberalizados. Com a fragmentação ou segmentação das cadeias produtivas, o padrão de concorrência teria mudado radicalmente. O núcleo tecnológico da produção teria permanecido nas empresas e países centrais, enquanto os sistemas produtivos menos relevantes teriam sido transferidos para os países periféricos. Nos países centrais, os investimentos teriam seguido padrão peculiar, com a concentração dos mercados e a monopolização das técnicas, através de alianças estratégicas, fusões e aquisições. Na periferia, os investimentos diretos estrangeiros teriam buscado menores custos, principalmente do trabalho. No México e em vários países asiáticos, incluindo a China no inicio de sua industrialização, isso teria originado indústrias montadoras, ou maquiladoras. O êxito da industrialização só teria ocorrido porque algumas dessas economias – em particular a chinesa – tiveram a capacidade de adensar suas cadeias produtivas. Exceção que desmente a suposição de que as economias nacionais teriam perdido força. E coloca a todos diante da necessidade de sair da economia e entrar na economia política, para explicar porque algumas economias, em particular a chinesa, tiveram tal êxito, aproveitando-se da fragmentação e segmentação das indústrias dos países capitalistas avançados. Como já previa o velho Marx, o alto desenvolvimento das forças produtivas tendia a acentuar a queda da taxa média de lucro, ou das margens de rentabilidade, obrigando o capitalismo a tentar aplainar o mundo, através da disseminação de seu modo de produção. Isto é, globalizando-se, para aproveitar a força de trabalho barata dos países ainda agrários, e arrancar uma mais-valia que compensasse aquela queda, ao mesmo tempo em que, contraditoriamente, promovia sua desindustrialização relativa. A situação para o capitalismo central se complicou porque em alguns países a globalização não foi enxergada apenas como ameaça, mas também como oportunidade para uma industrialização que combinasse abertura e desenvolvimento soberano. A maior parte dos países que adensaram suas cadeias produtivas, o fizeram aplicando políticas de recepção de investimentos estrangeiros diretos em que era aceita a instalação inicial de maquiladoras, mas também era exigido que elas fossem acompanhadas de transferência de tecnologias. No caso da China, além dessas exigências, ela impôs às empresas estrangeiras investidoras outros três itens: ficarem inicialmente restritas a cinco zonas econômicas especiais e a 14 portos abertos, estabelecerem joint ventures com empresas estatais chinesas, e destinarem toda a sua produção para o mercado externo. Em outras palavras, garantiu que suas estatais se modernizassem e transferissem as novas tecnologias para o interior do país, evitou a concorrência estrangeira no mercado doméstico por algum tempo, e entrou no mercado internacional na garupa das multinacionais estrangeiras. Ou, dizendo de outro modo, assimilou a liberalização, usando-a como instrumento de competição contra as próprias empresas e países centrais. A partir de meados dos anos 1990, quando a China ampliou a abertura de seu mercado interno para as empresas estrangeiras, suas empresas nacionais, inclusive as novas empresas privadas, já tinham musculatura tecnológica suficiente para concorrer com as multinacionais estrangeiras, tanto no mercado doméstico, como no mercado internacional. Tudo isso explica, em parte, porque a economia da China teve mais sucesso do que a dos demais países que adotaram políticas soberanas diante da globalização. Em países em que a globalização não foi tomada como ameaça, como nos casos extremos da Argentina e da Grécia e, em menor escala, do Brasil e diversos outros países da América Latina, África e Europa, o ponto central a destacar não reside em que a maior parcela da indústria permaneceu estagnada e desatualizou-se tecnologicamente, justamente no momento em que teve início a nova revolução tecnológica. Embora isso tenha ocorrido, o ponto nodal consiste em que grande parte da indústria privada adquirida por empresas estrangeiras foi desativada, para não concorrer com seus segmentos em outros países de maior lucratividade, muitas das estatais foram privatizadas e subordinadas a interesses externos, e os principais ramos industriais tornaram-se oligopólios. Essa situação foi evidente no Brasil do período neoliberal, em que a abertura comercial e a apreciação da moeda nacional funcionaram como máscaras para o desmonte e desnacionalização da parte nacional do parque produtivo do país e, num segundo momento, para a ação da concorrência externa intensificar aquilo que hoje se proclama como especialização regressiva, perda dos setores mais avançados tecnologicamente, esgarçamento das cadeias produtivas, e desindustrialização, levando a uma crise econômica, social e política sistêmica, da qual ainda não saímos. Diante dessa herança neoliberal, com dados inequívocos de especialização regressiva e desindustrialização, e de perda de segmentos tecnologicamente avançados, a questão chave que se coloca é retomar a industrialização através de reformas mais profundas na estrutura econômica, inclusive aproveitando algumas das experiências dos países que enfrentaram as ameaças e contradições da globalização, mas tiveram a capacidade de adensar suas cadeias produtivas. O atual desdobramento da crise capitalista apresenta novas ameaças, mas também oportunidades para os países atrasados avançarem industrialmente, inclusive como forma de proteção ante as crises cíclicas do capital, que existem, apesar das negaças. O capitalismo das forças produtivas mais desenvolvidas ainda tem a possibilidade de sobreviver, reduzindo a tendência de queda das taxas médias de lucro, porque pode investir em países mais atrasados. Depende destes fazer com que o capital aceite a imposição de transferir altas tecnologias e associar-se a empresas estatais e privadas nacionais, criando novos competidores. Tudo isso embute perigos dos mais diversos tipos. Mas,quem vive livre deles?

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sexta-feira, 27 de abril de 2012

1ª SEmana da CAatinga do IFSertão-PE, campus Floresta, é marcada por apresentação de trabalhos, visitas técnicas e palestra

Instituído em 20 de agosto de 2003, por um decreto presidencial, o dia 28 de abril, foi escolhido como o “dia da caatinga”. Com área superior a 840 mil quilômetros quadrados, equivalente a 11% do território do País, a caatinga é o 3º ecossistema brasileiro mais degradado, ficando atrás apenas da mata atlântica e do cerrado e abriga cerca de 27 milhões de brasileiros. Por estar localizado na mesorregião do sertão do Estado de Pernambuco, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE), campus Floresta, traz a tona essa discussão mostrando a todos como a participação e a construção da consciência ambiental são de suma importância para que possamos constituir uma prática ambiental sustentável. Durante a o transcorrer da semana foi realizado visitas técnicas em áreas de desertificação e o dia de hoje será marcado por apresentação de trabalhos, exposição de maquetes e apresentações culturais nos turnos da manhã e tarde. Logo mais às 19h teremos o encerramento com mesa redonda com os professores (Geógrafos) Clóvis Albérico Ramos e Arthur Breno Stürmer do IF Alagoas. As relações estabelecidas com a inserção do homem no meio ambiente vinculado a um processo ininterrupto de expansão pelos métodos capitalistas irão permear um levante em torno dos impactos ambientais provocados a partir de uma dinâmica seletiva e contínua do processo de devastação ambiental em curso. Pode-se definir por impacto ambiental como “qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas, causado por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que direta ou indiretamente, afetam a saúde, a segurança e o bem estar da população. (SPADOTTO, 2002). Tendo em vista a importância do tema para a garantia da qualidade de vida e disponibilidade hídrica na mesorregião do sertão pernambucano, que a problemática que envolve o bioma caatinga foi trazida à tona para uma discussão sobre os impactos causados pelo ponto de vista errôneo de exploração. Os mecanismos de avaliação de impactos no meio natural são meios imprescindíveis para o monitoramento a partir de informações que definem o nível, por exemplo, de compactação do solo e o mapeamento de áreas desertificadas. Spadotto caracteriza os métodos avaliativos como “instrumentos utilizados para coletar, analisar, avaliar, comparar e organizar informações qualitativas e quantitativas sobre os impactos ambientais originados de uma determinada atividade modificadora do meio ambiente” (SPADOTTO, 2002, p. 2) O foco inicial é das atividades da semana da Caatinga identificar os processos intempéricos provocados por meio da ação antrópica e contribuir para recuperação de áreas degradadas através da recuperação e conservação do solo e consequentemente a reconstituição da cobertura vegetal utilizando a prática mecânica do terraceamento e construção de barragens de contenção de sedimentos a fim de minimizar os impactos decorrentes do mau uso do solo no assoreamento da sub-bacia do rio Pajeú no município de Floresta, Pernambuco. Portanto, à medida que se programe políticas públicas que possibilitem uma interação entre o homem e o meio possibilitando a manutenção do campesinato no campo, com a prerrogativa do manejo sustentável, abrirá um leque de oportunidades na vida do sertanejo com qualidade de vida e acessibilidade, continuidade sociocultural e a segurança alimentar. Moreira vem afirmar que a avaliação de impactos ambientais é um instrumento de política ambiental, formado por um conjunto de procedimentos, capaz de assegurar, desde o início do processo, que se faça um exame sistemático dos impactos ambientais de uma ação proposta e de suas alternativas. (MOREIRA, 1985, p.34) A análise posta visa priorizar o equilíbrio dos ecossistemas a partir de metas e ações estabelecidas garantindo assim a acesso aos recursos naturais sem previamente condicioná-lo em seu transcurso áreas devastadas. Neste contexto afirma-se veementemente a necessidade e incondicionalidade de termos um termo de referência baseada na avaliação estrutural e com base científica onde se possa ter um embasamento sobre as reações adversas ao interferir no rompimento do ciclo natural que envolve cada ecossistema. Sabemos que o aumento de áreas impactadas, no campo, não reduziria pela simples perca da população rural. Oposto a isso, vemos o aumento dessas regiões visivelmente agredidas onde a baixa densidade demográfica é mais explicita, conforme “grandes projetos agropecuários” (Paviani, 1989). É importante ponderar alguns pontos fundamentais nessa discussão. Atrelar a problemática produtiva a essa vertente. Outra como se remodela essa atual produção frente aos desafios sobre o processo de urbanização. A consistência desse debate ira propor uma ordem sustentável em que a urbanização, a distribuição populacional, o crescimento econômico e o planejamento serão focos de uma crescente corrente em torno de uma proposta de equilíbrio dentre os diversos fatores expostos.

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Casal comemora Semana da Água com ações na capital e no interior


Atividades são desenvolvidas para conscientizar a população

A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) está desenvolvendo ações na capital e no interiro para comemorar a Semana da Água. Nesta quinta-feira (22) – Dia Mundial da Água -, a empresa realiza trabalho de conscientização nas Unidades de Negócio de Maceió (Jaraguá, Farol e Benedito Bentes) e nas Unidades do interior (Leste, Agreste, Sertão, Bacia Leiteira e Serrana).
Uma equipe da UN Jaraguá montou uma tenda no calçadão do Comércio, Centro de Maceió, onde distribui materiais educativos (revistas, folders, folhetos e copos de água envasada da Companhia). Idêntica atividade é realizada pela UN Farol, no shopping Farol, em frente ao JÁ (Central de Atendimento ao Cidadão).
Já a UN Benedito Bentes realiza palestras sobre como evitar o desperdício de água, uso do lençol freático e a preservação dos mananciais. Segundo a gerente em exercício da unidade, Valquíria Oliveira, essa conscientização acontece periodicamente com os líderes das comunidades.



As Unidades de Negócio Agreste, Serrana, Sertão, Leste e Bacia Leiteira também desenvolvem ações voltadas para a preservação do meio ambiente.

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domingo, 19 de fevereiro de 2012

Casal lança campanha interna em defesa do meio ambiente


Lançamento ocorre na Base Descentralizada do IMA, na Apa de Santa Rita

A Casal lançou, na manhã desta quinta-feira (16), a campanha “Consciência sua, atitude nossa”, que tem o objetivo conscientizar o público interno (funcionários) para os cuidados com o meio ambiente. A campanha é coordenada pela Assessoria de Marketing e Relações Institucionais (Asmar), contando com a colaboração de diversas unidades da Companhia.

O lançamento ocorreu durante passeio à lagoa Mundaú, numa parceria com o Instituto do Meio Ambiente (IMA). Participaram do evento diretores da Casal, assessores, superintendentes, gerentes de Unidades de Negócio e multiplicadores, bem como representantes do IMA.

Na ocasião, o presidente da Companhia, Álvaro Menezes, disse que “a campanha tem foco na mobilização, conscientização e engajamento de todos (funcionários) no processo de preservação dos nossos mananciais e do ambiente onde vivemos”. Ele agradeceu ao IMA pela oportunidade concedida à Companhia de fazer o lançamento da campanha numa das unidades do órgão, no caso, a Base Descentralizada da Apa de Santa Rita, à margem da lagoa Mundaú.



Por sua vez, o vice-presidente Osmar Lisboa, de Gestão de Serviços de Engenharia, enalteceu a iniciativa, demonstrando sua importância para a Casal. A supervisora de Controle Ambiental, Valeska Cavalcante, também se manifestou na oportunidade, salientando que a campanha partiu da necessidade de envolvimento de mais pessoas com o meio ambiente.

Ao final dos pronunciamentos, a assessora de Marketing e Relações Institucionais, Rejane Mércia, apresentou a campanha e fez a distribuição de kits com material promocional (camiseta, viseira, chaveiro e copo retrátil). Em seguida, o grupo da Casal assistiu a uma exposição de técnicos do IMA sobre o projeto “Navegando com o meio ambiente” e participou de um passeio ecológico pelas ilhas da lagoa Mundaú.

A campanha “Consciência sua, atitude nossa” será disseminada em todas as Unidades de Negócio da Companhia, conforme cronograma abaixo:

CRONOGRAMA DE LANÇAMENTO DE CAMPANHA INTERNA

DATA HORÁRIO LOCAL RESPONSÁVEIS

29/fev – Manhã – UN Sertão – Rejane, Marcela, Elane

Tarde – UN Bacia Leiteira – Rejane, Marcela, Elane

07/mar – Manhã – UN Serrana – Rejane, Marcela, Valeska

Tarde – UN Agreste – Rejane, Marcela, Valeska

12/mar – Manhã – UN Leste, UN Benedito Bentes – Andreiza, Elane, Francisco

14/mar – Tarde – UN Farol, Gemem, Arquivo/Gesmet – Valeska, Fátima, Vivianne

16/mar – Tarde – UN Jaraguá, Geroc/Getin – Josefa, Andreiza, Fátima

19/mar – Manhã – Gesup, Sede – Vivianne, Francisco, Josefa

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Alunos do IF Sertão-PE participaram de aula de campo em Alagoas


A Geografia Física nos condiciona a vivenciarmos paralelamente com a teoria estudos sistemáticos sobre a distribuição dos biomas brasileiros em regiões de grande avanço urbano e degradação ambiental. Neste contexto, Alagoas e mais especificamente Palmeira dos Índios nos proporciona esse olhar crítico sobre os avanços tecnológicos, a expansão de latifúndios, demarcação territorial e a produção do espaço geográfico através da ocupação.
Estes aspectos evidenciaram a necessidade de um conhecimento mais amplo e definido sobre os diversos aspectos físicos, históricos e sociológicos que propiciaram a ocupação desordenada do solo no município de Palmeira dos Índios, agreste de Alagoas. Além da diversidade de fauna e flora pudemos direcionar os estudos em um foco de vital importância que é a estrutura social vivida pela comunidade nativa da etnia Xucuru-Kariri que contextualiza todo um processo histórico e sociológico da região.



Os alunos do primeiro ano do ensino médio integrado, Informática e Agropecuária, do campus Floresta, participaram no mês de Outubro, de uma aula de campo, in loco, na mata da cafurna, região de mata atlântica e área de aldeia indígena da etnia Xucuru-Kariri no município de Palmeira dos Índios. Logo após a visita, os alunos participaram de uma palestra no Campus III da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL) com o Professor Adelson Lopes autor do livro intitulado “Mata da Cafurna: ouvir história, contar memória”. Durante toda Vivência terão orientação e acompanhamento dos professores João Luiz, Carlos Pita, Rosângela Brito e Tiago Sandes .
O objetivo deste estudo é proporcionar aulas práticas de conhecimento sobre os aspectos físicos, históricos e sociológicos na transformação da paisagem através da ocupação do solo e na constituição das lutas dos povos brasileiros.
Para o professor de Geografia, Tiago Sandes, as sociedades indígenas e o povo quilombola são retratos da opressão social que assolou o Brasil durante séculos, resultando assim, na perca de suas identidades que representam um legado onde temos a responsabilidade de resgatar. Segundo ele, "um momento de interação e percepção como uma aula de campo interativa, pode possibilitar a construção de uma visão crítica que permeia a responsabilidade tanto para a preservação do meio ambiente quanto às bandeiras de luta empunhada pelo povo brasileiro." afirmou.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Feliz Natal e um próspero 2012!


Um feliz Natal e um ano novo repleto de paz, saúde e sucesso! Um forte abraço e em 2012 estaremos por aqui!Digite aqui o resto do post

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sábado, 17 de setembro de 2011

Depois de sete anos campus III da UNEAL sediará 7º EAG


O Encontro Alagoano de Geografia – EAG chega a sua 7º edição e ocorrerá no período de 01 a 04 de dezembro de 2011, no Campus III da Universidade Estadual de Alagoas – UNEAL (Palmeira dos Índios-AL) tendo como tema central: “Novo” mapa da Geografia em Alagoas: Paisagens, Economia e Poder. As atividades programadas serão desenvolvidas através das Mesas Redondas, Conferência, Espaços de Diálogo, Apresentação de Trabalhos, Mini-Cursos, Grupo de Discussão, dentre outros. Convidamos a todos a participar do 7º EAG como um momento de aprendizado e crescimento acadêmico, podem se inscrever, vamos discutir a GEOGRAFIA, vamos discutir a GEOGRAFIA DE GEOGRAFIA.


O Encontro Alagoano de Geografia foi um evento que surgiu dentro da UNEAL, quando esta ainda era FUNESA, o evento foi idealizado pelo Prof. Moisés Calu do curso de Geografia da UNEAL – Campus I. O primeiro ocorreu em 2003 em Arapiraca, no decorrer do processo outros docentes e discentes foram se envolvendo na organização do mesmo. No segundo evento que ocorreu em 2004 em Palmeira dos Índios – Campus III, houve uma participação significativa de estudantes na organização do mesmo. A partir de 2005 o EAG ocorreu na cidade de Penedo, um tremendo desafio para a realização considerando que não havia curso de Geografia no local, portanto faltava ponto de apoio. Há de se ressaltar pessoas que foram importantes na realização desse evento que gerou um marco para outros EAGs, a exemplo do Prof. Odilon Máximo (UNEAL-Campus III) e Prof. Alfredo Carvalho (UNEAL – Campus I) que com suas experiências em organização de evento deram nova face ao encontro, dando a ele uma dimensão não mais local, mas, regional. O evento tinha caráter anual, contudo foi decidido em plenário final que após o 5º EAG o mesmo passaria a ter uma periodicidade bienal. Assim, o quarto EAG ocorreu em Maceió no Campus da UFAL no ano de 2006, e o quinto ocorreu em Arapiraca no ano de 2007. Portanto, o 6º ocorreu dois anos depois (2009) em União dos Palmares (UNEAL – Campus IV) e agora em 2011 teremos a realização do 7º EAG no município de Palmeira dos Índios (UNEAL – Campus III). O Encontro Alagoano de Geografia (EAG) no decorrer das suas seis edições precedentes buscou trazer discussões de temas relevantes e de importância significativa na Geografia contemporânea. Na realização do nosso 7º EAG, teremos a oportunidade de aprofundar assuntos da Geografia de interesse de toda academia e comunidade em geral.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

(Re) Construção da Identidade dos Povos Nativos da Etnia Xucuru-Kariri: Uma Abordagem Antropológica (parte 1)

A discussão proposta reflete a imposição imposta pelos opressores na constituição de uma nova cultura, de forma hegemonia, que é reflexo de um processo histórico em curso. O presente estudo possibilitará a compreensão dos diferentes aspectos que desencadearam a perca da identidade por parte dos povos nativos, em questão os da etnia Xucurú-Kariri, e a dialética imprimida ao longo dos anos. Espera-se que este trabalho, resultante de pesquisas documentais, entrevistas, aprofundamento teórico, visitas, levantamentos de dados geográficos e ocupacionais possam alimentar uma discussão mais ampla sobre as questões que delinearam uma defasagem cultural frente às novas diretrizes apontadas pelo sistema vigente apontando possíveis caminhos na recuperação de sua identidade cultural.

A cidade de Palmeira dos Índios está situada na mesorregião do agreste alagoano e na microrregião 115, zona fisiográfica do sertão alagoano. O município possui uma área de 462,5 Km² tendo uma altitude de 309 m. A região é marcada pela exuberância de suas serras e que influencia o clima tropical megatérmico quente e sub-úmido, do tipo seco. O território possui uma cobertura vegetal de transição entre a zona da mata e o sertão e geológicamente está situado sob o embasamento Pernambuco-Alagoas, apresenta elevadas serras evidenciando o intemperismo químico. A região ainda assenta-se uma vasta rede hídrica, com vales de solos férteis. É esse panorama que enquadra o aculturamento dos povos nativos margeado de disputas não tribais, más sim, por posseiros.
A mata da cafurna, local onde se situa o aldeamento, que significa (cafua) esconderijo, torna-se o objeto de estudo. Os Índios xucuru-kariri são nativos dos cariris, povos que ocupam uma área entre o médio e baixo São Francisco, que se deslocaram para essa região devido às investidas da colonização. Durante esse período, algumas regiões de Pernambuco também foram ocupadas, como Pesqueira, e outros se estabeleceram na Serra da Capela que pertencia à capitania de Pernambuco. A primeira forma de estabelecimento de uma nova cultura se deu por meio da crença. Segundo data de 1770, em documento publicado em 1984, frei Domingos de São José promoveu a catequese dos índios que se estabeleceram nesta região. Esse processo contínuo e ao mesmo tempo regressivo pelo modo de imposição da doutrina cristão e do Deus europeizado, desencadeou, à medida que vários povos do nordeste foram dizimados, uma acentuada perca da sua própria identidade.



A mata da cafurna, local onde se situa o aldeamento, que significa (cafua) esconderijo, torna-se o objeto de estudo. Os Índios xucuru-kariri são nativos dos cariris, povos que ocupam uma área entre o médio e baixo São Francisco, que se deslocaram para essa região devido às investidas da colonização. Durante esse período, algumas regiões de Pernambuco também foram ocupadas, como Pesqueira, e outros se estabeleceram na Serra da Capela que pertencia à capitania de Pernambuco. A primeira forma de estabelecimento de uma nova cultura se deu por meio da crença. Segundo data de 1770, em documento publicado em 1984, frei Domingos de São José promoveu a catequese dos índios que se estabeleceram nesta região. Esse processo contínuo e ao mesmo tempo regressivo pelo modo de imposição da doutrina cristão e do Deus europeizado, desencadeou, à medida que vários povos do nordeste foram dizimados, uma acentuada perca da sua própria identidade.
Ritos religiosos como o ouricuri e o tore, ainda se mantém as duras penas, vestígios esse que perduram até os dias atuais. O processo histórico que culmina na sociedade contemporânea reflete o alto grau de aculturação que vem se perpetuando em vários períodos. A descaracterização da língua, costumes, ritos e do próprio espaço geográfico caracterizam a degeneração dos povos nativos no Brasil. Com o advento do capitalismo e a adoção de políticas expansionistas, a opressão social se desencadeou propiciando um impacto radical na cultura de diversos povos, e no caso do Brasil os nativos tiveram usurpado todo seu contexto orgânico.
Uma abordagem a ser evidenciada é a necessidade de entendimento acerca da cultura como marco da organicidade das diferentes sociedades. Segundo Edward Tylor (1832-1917) no vocábulo inglês Culture, que “tomado em seu amplo sentido etnográfico é este todo complexo que inclui conhecimentos, crenças, artes, moral, leis, costumes ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como membro de uma sociedade”. A partir do que foi expresso por Taylor a constituição cultural está condicionada a ideia de uma oposição de aquisição inata, onde sua transmissão será reflexo do meio. Quando contextualizado o determinismo biológico como linha de investigação, pode-se avaliar a aptidão de um recém nascido, por exemplo, crescer mentalmente com hábitos adquiridos de um outro grupo familiar. Segundo Felix Keesing, “não existe correlação significativa entre a distribuição dos caracteres genéticos e a distribuição dos comportamentos culturais”. Em 1871, Taylor afirma que “a cultura se estabelece como sendo todo comportamento aprendido, tudo aqui que independe de transmissão genética”.
Portando, a dinâmica empreendida entre o processo cultural, de aculturação e consequentemente a perca da identidade é reproduzida no aldeamento da etnia Xucurú-Kariri que se torna um reflexo da construção de uma plataforma que direcione uma busca incessante no resgate do patrimônio cultural marcado pela incessante investida das novas fronteiras culturais.

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sábado, 10 de setembro de 2011

Juventude petista conquista participação em todas as instâncias


Renovação foi uma das palavras de ordem no 4º Congresso Nacional Extraordinário do PT. Tanto que a juventude conquistou o direito de participar em no mínimo 20% dos diretórios.

A coordenadora de comunicação da Juventude do PT - JPT, Carla Bezerra, vê a conquista como oportunidade para a renovação da política. “A gente sai daqui com um Partido mais de esquerda, mais militante, mais democrático, muito mais preparado para os desafios que a gente vai enfrentar pela frente. A questão da renovação das direções com a questão da cota para jovem é sem dúvida um avanço para um Partido que vinha envelhecendo”.

Com participação garantida nas próximas eleições dos diretórios do PT, a juventude petista vê a oportunidade para extrapolar as barreiras da sigla. Uma das metas da organização é debater nas ruas a Reforma Política. “Quero aproveitar esse momento para convocar, e mobilizar toda a juventude brasileira do Partido dos Trabalhadores, da base aliada, para vir somar conosco nessa campanha da Reforma Política, porque temos que estar inseridos para discutir com o povo, com a sociedade, com a militância, e com a base, o que nós queremos de melhor, o que nós podemos fazer para melhorar essa questão da Reforma Política que não pode ser pautada só lá pelo Congresso, mas sim pela base, pelo povo, pela juventude, e nós estamos encampando e convocando a todos e a todas, que venham participar desse processo único e momentâneo”, diz o secretário nacional de juventude do PT, Valdemir Pascoal.

O tema da Reforma Política é praticamente um consenso para o debate na juventude petista. Como afirma o coordenador de finanças da JPT, Davi Fernandes, “Saímos desse Congresso fortalecidos, para fazer a disputa da Reforma Política na sociedade, para que cada cidadão saiba o que tem que fazer para mudar esse regime político que tanto reclamam”.

Para a coordenadora de movimentos sociais da JPT, Marccella Berte, o momento é de mobilização. “Acho que a juventude tem que se engajar na campanha pela Reforma Política, defender o financiamento público de campanha, e garantir autonomia política para as mulheres, para os jovens, para os negros, negras e indígenas desse país. A gente precisa avançar na democracia brasileira, aprofundar as mudanças desse país, com uma Reforma Política que garanta mais representatividade”.



Próximos passos

Com a conquista de cotas para a juventude aprovada, o momento agora é de organização, afinal, nas próximas eleições para os diretórios do PT a juventude deve participar. “Nós vamos ter cerca de 18 jovens no Diretório Nacional, isso vai representar a possibilidade de renovação do Partido, de trazer novas pautas, novas formas de diálogo, de fazer política. E nós achamos então que essa possibilidade que se abriu com os 20% é uma grande oportunidade para transformar e repensar o Partido”, diz o presidente do Conselho Nacional de Juventude, Gabriel Medina.

Outra intenção é ganhar as ruas, como afirma a coordenadora de organização da JPT, Vivian Farias, “O PT hoje transformou a vida da juventude, das jovens mulheres, dos jovens trabalhadores rurais, emancipou a condição política da juventude brasileira. E isso que estamos construindo no Partido é o que vamos construir para a juventude brasileira. Não só no parlamento, mas acima de tudo nas ruas, nos movimentos sociais, com muita militância”.

Mas não só ganhar as ruas, e sim assumir cargos eletivos, como sugere a Secretária Nacional de Juventude do Governo Federal, Severine Macedo: “É importante dentro do processo de mobilização fazer uma construção permanente dentro do Partido para que a juventude seja contemplada, e possa estar também nos espaços de participação política do Executivo e do Legislativo”.

(Portal do PT)

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Núcleo de Estudos Josué De Castro realiza Seminário Nacional


Evento vai homenagear o Geógrafo Milton Santos e debater legado deixado por ele.

Juntando-se a numerosas instituições de ensino e de pesquisa, no Brasil e no exterior que nesse ano de 2011 lembram 10 anos de ausência do geógrafo brasileiro Milton Santos, o Núcleo de Estudos Josué de Castro estará promovendo no período de 22 a 24 de agosto, o Seminário Nacional – Milton Santos: 10 Anos Depois: Entre a Saudade e a Perenidade do Pensamento de um Geógrafo Cidadão, no Campus I da Universidade Estadual de Alagoas, em Arapiraca.

Na ocasião, estarão reunidos em Arapiraca importantes nomes da Geografia brasileira – professores e pesquisadores que conviveram com o eminente Mestre e desenvolvem atividades de ensino e pesquisa tomando como aporte as suas teorias.



Para o professor Antonio Alfredo Teles de Carvalho, coordenador do Núcleo de Estudos Josué de Castro e idealizador do seminário, “este, certamente, será um dos mais importantes eventos dentre os muitos realizados no país para homenagear Milton Santos e debater o seu legado no decorrer desse ano. Além, é claro, de constituir um marco para a Geografia alagoana”, afirma.

As inscrições, em número limitado, poderão ser feitas no próprio Núcleo de Estudos Josué de Castro ou através do email: nejc-uneal@hotmail.com.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Professor Tiago Sandes irá apresentar trabalho no V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária


Parecer sobre o resumo expandido - “V Simpósio Internacional de Geografia Agrária e VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária”

A Comissão Científica do “V Simpósio Internacional de Geografia Agrária – VI Simpósio Nacional de Geografia Agrária” apreciou o resumo intitulado: “CONFLITOS E LUTAS DE CLASSE NA ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO AGRÁRIO ALAGOANO”que vossa senhoria submeteu ao evento sendo o seu parecer final favorável à aceitação do mesmo.



Despedimos-nos com os nossos melhores cumprimentos,
Cordialmente,
Prof. Dr. João Santos Nahum
Coordenador Geral do SINGA 2011
http://singa2011.ufpa.br/

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Diretor do Banco Mundial visita São Raimundo Nonato



Makhtar Diop veio acompanhado do governador Wilson Martins e foi recebido pelo Prefeito Herculano, Sec. Kleisan Negreiros e pela arqueóloga Niéde Guidon.

O diretor do Banco Mundial no Brasil, Makhtar Diop, visitou o municipio de São Raimundo Nonato durante a tarde dessa quinta (23/06). Makhtar Diop veio acompanhado do governador do Piauí, Wilson Martins.
Makhtar foi recebido pelo prefeito de São Raimundo Nonato, Padre Herculano Negreiros, pelo Superintendente de Planejamento Participativo da Secretaria de Planejamento do Governo do Estado do Piauí, Kleisan Negreiros e pela arqueóloga Niéde Guidon.

Makhtar Diop conheceu a obra do Aeroporto Internacional de São Raimundo Nonato e ficou admirado com a estrutura que está sendo construida e em seguida visitou o Museu do Homem Americano, aonde as arqueólogas Niéde Guidon e Anne-Mari apresentaram um pouco do trabalho desenvolvido pela Fumdham.

Em seguida o diretor do Banco Mundial, conheceu a Cerâmica Serra da Capivara aonde comprou alguns produtos. Makhtar encerrou a visita na Serra da Capivara, onde viu as figuras rupestres.



Em entrevista Makhtar falou sobre o apoio do Banco Mundial, sobretudo no meio ambiente, educação, desenvolvimento sustentável, regularização da terra, à população quilombola.

A visita de Makhtar decide a parceria em que na semana passada a Assembleia Legislativa do Piauí autorizou o Governo do Estado a contratar um empréstimo de US$ 500 milhões (R$ 880 milhões) junto ao BIRD (Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento), instituição que integra o Banco Mundial.

O recursos serão utilizados para pagar a dívida pública acumulada do estado, cuja taxa de juros é de 16%. Durante reunião na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e na Comissão de Finanças da Alepi, quando da aprovação do empréstimo pelo Banco Mundial, os secretários de Fazenda, Silvano Alencar, e de Planejamento, Sérgio Miranda, explicaram que os juros cobrados para pagamento do empréstimo são bem inferiores aos da dívida pública, o que torna a operação vantajosa para os cofres estaduais. A taxa cobrada pelo Banco Mundial é variável, mas possui um teto de 5%.

Com saoraimundo.com

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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Inscrições abertas para o Desafio National Geographic Brasil 2011


O que é/Como participar

O que é

Desafio National Geographic é a maior olimpíada de Geografia do Brasil. Em sua quarta edição, o evento integra o projeto Viagem do Conhecimento, idealizado pela revista National Geographic Brasil e realizado pela Editora Abril.



Objetivos


- Estimular jovens estudantes de Ensino Fundamental e Ensino Médio, com seus núcleos familiares e escolares, a conhecer melhor o espaço, o país e o mundo onde vivem;

- Disseminar a cultura de viagem como experiência para ampliar o conhecimento do Brasil e do mundo;

- Contribuir para a melhoria da qualidade de ensino da disciplina de Geografia e áreas afins;

- Propiciar o enriquecimento do trabalho de professores em escolas públicas e particulares, contribuindo para sua valorização profissional;

- Incentivar estudantes e educadores a avaliarem as relações sociedade-natureza sob uma perspectiva crítica, ética, solidária e sustentável.



Como participar

- O Desafio National Geographic 2011 é aberto a alunos regularmente matriculados no oitavo e nono anos (antigas sétima e oitava séries) do Ensino Fundamental e na primeira série do Ensino Médio.

- Alunos não podem se inscrever individualmente. As inscrições das escolas devem ser feitas pelo professor de Geografia, coordenador pedagógico, vice-diretor ou diretor. Basta clicar em FAZER INSCRIÇÃO. Este educador passa então a ser o responsável por todas as atividades do concurso na escola. Ele terá uma senha exclusiva que permitirá o acesso à Área Restrita, onde poderá fazer o download de provas, certificados e sugestões de atividades relacionadas.

- Uma mesma escola não pode se inscrever mais de uma vez.

- O Desafio é realizado em três etapas: Local, Regional e Final, conforme previsto no Calendário.

- Na fase Local, o próprio educador responsável se encarrega de baixar, imprimir, aplicar e corrigir as provas disponibilizadas na Área Restrita.

- Na fase Regional, os alunos selecionados se deslocam para Escolas-Sedes, responsáveis por aplicar as provas. Nesta etapa, a organização do Desafio imprime e envia as provas para cada Escola-Sede.

- Todas as escolas inscritas podem se candidatar voluntariamente a Escola-Sede. Basta preencher o Formulário na Área Restrita.

- A Fase Final será realizada em uma cidade brasleira indicada pelo Comitê Gestor, as provas são impressas, aplicadas e corrigidas pela Equipe Pedagógica do Desafio.


O que estudar

Os principais assuntos que serão contemplados nas provas do Desafio 2011 podem ser pesquisados na Matriz de Referência, como relações sociedade-natureza, usos dos recursos naturais, sustentabilidade, cidades, patrimônios culturais da humanidade, inovações nos sistemas de energia, transportes, comunicações e informações, a mobilidade espacial e a constituição de uma escala global de relações humanas, além de habilidades de leitura, produção e interpretação de mapas e textos em diferentes gêneros.


Calendário

6/6 Início das inscrições

29/7 Término das inscrições

3/8 Download da 1ª prova disponível na área restrita do www.viagemdoconhecimento.com.br

10/8 1ª prova – Fase Local

12/8 Divulgação do gabarito da Fase Local

12/8 Divulgação das escolas-sede da Fase Regional

19/8 Prazo final para cadastramento dos alunos para a Fase Regional

2/7 Início do envio da prova da Fase Regional para as escolas-sede

24/9 Realização da prova Fase Regional

30/9 Prazo final para envio dos gabaritos daFase Regional

15/10 Prazo final para correção dos gabaritos da Fase Regional

20/10 Divulgação dos finalistas para Fase Final

17 a 20/11 Fase Final e evento de premiação


Acesse Calendário e acompanhe as etapas do Desafio em detalhes



Prêmios

Os alunos selecionados nas fases Local e Regional são premiados com uma viagem à cidade indicada pelo Comitê Gestor para sediar a Fase Final, acompanhados de seus pais e professores responsáveis, onde será disputada a Fase Final. Haverá uma intensa programação cultural pelos principais pontos turísticos da cidade, além de um Trabalho de Campo acompanhado pela Equipe Pedagógica do Viagem do Conhecimento.


Regulamento

É importante que todos leiam atentamente o Regulamento do Desafio.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CONFLICTOS Y LUCHAS DE CLASES EN LA ORGANIZACIÓN DE ALAGOAS ESPACIO AGRARIO


*Tiago Sandes Costa


O uso da Terra surge a partir de sua utilização como força de trabalho no qual sua função é o próprio trabalho. Tendo como base a teoria de Darwin, foi a partir dessa evolução que o homem se aperfeiçoou por meio do trabalho.
No mundo contemporâneo, onde os meios de produção estão vinculados à concentração e a especulação, a terra é vista como fator incondicional para se deter o status quo por meio do poder econômico, político e social. Os conflitos fundiários e sua regulamentação transpõem uma série de contradições a partir da atuação de agentes políticos que condicionam programas de reforma agrária como mera moeda de troca com o grande latifúndio improdutivo.
O fato de haver uma grande distorção na distribuição da terra e o abismo fundado no campo instiga o estudo para discutir os pontos que influenciam esse processo histórico e condiciona uma estrutura fundiária baseada na grande propriedade privada.
Assim, com o fim da era Vargas (década de 40), o Brasil passa por um período histórico importante no tocante a reforma agrária. As discussões antes suprimidas pela conjuntura opressiva desse período desencadearam a reorganização da luta no campo e a construção de uma plataforma para reestruturação no campo. Na década seguinte surgem as Ligas camponesas, lideradas pelo pernambucano Francisco Julião, que impunha a bandeira da resistência frente às investidas do agronegócio. Cronologicamente na década de 60 temos a criação da Superintendência de Reforma Agrária, em Outubro de 1964 o Estatuto da terra e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), década de 80 a criação do Ministério da Reforma agrária e do Plano Nacional de Reforma Agrária, em 1988 é inserido o texto sobre reforma agrária na constituição e na década de 90 a criação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A luta pela terra, a partir de meados dos anos 80, passou a ser conduzida por uma organização não sindical, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). No bojo do surgimento dessa organização estavam as lutas pela terra que, após o período de silêncio a que os atores sociais foram submetidos durante a Ditadura Militar, e na recusa à colonização, tiveram reinicio em 1978 no estado do Rio Grande do Sul. (Gehlen, 1983)



Nesta perspectiva observa-se que o processo de ocupação territorial é histórico, desde a divisão das capitanias passando pela doação de terras, chamadas Sesmarias, que se introduziu o perfil dos plantations na estrutura agrária brasileira. Em contexto geral, a moldura agrária permanece indissolúvel e atende as perspectivas capitalistas de modo a propiciar um domínio sobre a terra e um controle sobre os meios de produção mantendo-a como um negócio rentável e que atende ao lucro e a especulação.
Dessa forma, esta temática tem por objetivo fazer uma análise sobre os conflitos no campo que proporcionaram a atual redefinição territorial, para tanto, foram utilizados fontes bibliográficas, artigos e jornais. Além disso, a Geografia Agrária vem dar uma importante contribuição através dos trabalhos como os do autor Ramos (1995) à medida que, centraliza o debate situacional dentro dos aspectos relacionados à ocupação do território e sua territorialidade.
Os grupos dominantes no espaço social agrário que ocupam, enquanto uma burguesia agrária, uma posição de domínio, na esfera econômica, social e política. Podemos caracterizar a burguesia agrária como uma fração das classes dominantes cuja especificidade é dada pela apropriação da terra (por propriedade, arrendamento ou ocupação) e pela inversão de capital no processo de trabalho agropecuário. Podemos ainda identificar alguns grupos dentro da burguesia agrária, desde os grandes proprietários de terras até os empresários rurais, com diversos ramos produtivos e com variados perfis tecnológicos. (RAMOS, 1995, p. 235).
O problema é bastante evidente no tocante a concentração de terras em Alagoas, e esse contexto irá criar uma disparidade econômica muito grande proporcionando um abismo social, já que grande parte, estão concentradas nas mãos de latifundiários dos setores sucroalcooleiro e agropecuarista. Essa concentração provoca um debate eminente do uso da terra, partindo do princípio da supremacia na produção de alimentos e que atenda as demandas sociais de combate a fome e a miséria.
Portanto, a terra deve atender a uma razão social. Além disso, a centralidade do discurso é pertinente quanto a alocação da monocultura resultante do antropismo causando impactos ambientais em larga escala. A expansão canavieira em Alagoas reproduz um cenário cada vez mais evidente em nosso país, proporcionando a transformação da paisagem, destruindo a vegetação nativa, primeira natureza, em um cenário de desagregação socioambiental onde um exemplo enfático se explicita na mão-de-obra semi-escrava e na terra improdutiva.
A contemporaneidade nos remete que a ocupação dessas terras é resultado de um processo histórico, em que a opressão de classes disseminou espacialmente a redefinição territorial no Estado. A abordagem histórica nos impulsiona sobre a importância dos movimentos sociais do campo, na luta por uma reforma agrária de fato, pela reordenação territorial, contra a opressão e violência no campo, por uma agricultura sustentável e pelo fim da propriedade privada.
Todavia, a pressão sofrida pelo campesinato é extremamente evidente pela atuação das diversas ferramentas de opressão social propiciada pelo Estado.
Diante disso, temos uma delimitação que nos retrata intensos conflitos agrários no eixo campo X Estado X propriedade privada, onde a proposta de reforma agrária abre um leque para o aprofundamento do processo democrático em curso. As lutas de classe pertencem a uma cronologia na produção do espaço, no qual essa ação histórica nos conduz a avaliar as mais variadas formas de relações sociais, modos de viver, além de possibilitar uma intervenção mais equânime e solidária reconduzindo a uma nova forma de organização social.

* é professor auxiliar da Universidade Federal do vale do São Francisco - UNIVASF



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